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Metal Front vol. I Conheça a banda CAOSCENTRIA

Hoje damos inicio na parceria entre o Imagem, Som e Fúria e as Produções RED FRONT, como todos já sabem as bandas que participam do Blog também recebem convite para integrar a coletânea organizada pelo RED FRONT intitulada de Metal Front vol. I a partir de agora cada banda confirmada na coletânea ganha espaço aqui no ISF com um post composto por informações sobre a banda, entrevista e espaço para divulgação no fórum da banda RED FRONT, na sessão BANDAS PARTICIPANTES DA METAL FRONT – VOL I.

Gostou da proposta? Está interessado em participar do Blog ou da Coletânea?

 Então mande um e-mail para isfuria@hotmail.com para participar!

 

Banda da vez: CAOSCENTRIA

 Banda de Thrash Metal formada no ano de 2003, com letras em português. A banda lançou duas “demos” não oficias (sem nome) com o único objetivo de divulgar a mesma. A banda já dividiu o palco com bandas importantes do cenário nacional, tais como: Claustrofobia, Andralls, Torture Squad, Korzus e muitas outras.
Influências: Slayer, Testament, RxDxP, Cannibal Corpse.

INTEGRANTES

Ivan Oliveira – Vocal
Gabriel Galbes – Guitarra
Camylo Oschinis – Guitarra
Rafael Galbes – Bateria
Breno Nardone – Baixo
INFORMAÇÕES RELEVANTES SOBRE A BANDA

Discografia: Demo Caoscentria (05), Demo Caoscentria (07).

METALFRONT

Participa com a música: “Revolta” (Faixa 02)

INTERNET

Myspace: http://www.myspace.com/caoscentria

CONTATO

E-mail: rafathrash@gmail.com ou caosthrash@gmail.com

 Entrevista Metal Front – Caoscentria

MF: De início faça uma breve apresentação da banda contando um pouco sobre o estilo que vocês tocam, localização, tempo de estrada, etc,…

(Gabriel) Achamos que rotular uma banda é algo meio complicado, pois ao longo de 7 anos de banda, conseguimos elaborar músicas que apresentam características diferentes. Desde o Hard Core até o Thrash/Death passando por vérias vertentes do Rock. Isso é algo que já estamos acostumados. Passou a ser característica da banda este tipo de coisa. Não somos a favor deste tipo de segregação, tipo “somos isso e não aquilo”. Por enquanto preferimos falar que Caoscentria é Caoscentria.

 

MF:  Comente um pouco sobre como foi formada a banda. Como os integrantes se conheceram.

(Rafael) Formada em 2003 na cidade de Embu Guaçu, com os irmãos Gabriel Galbes (guitarra), Rafael Galbes (bateria) e o primo Gustavo Galbes (baixo), ainda sem vocal, tinham como intuito de fazer um som mais para o lado “punk”, tipo Garotos Podres, R.D.P, Cólera etc. Mas não demorou muito para todos concordarem que não era muito o que a banda queria. Outras influências vieram aos nossos ouvidos. Bandas como Metallica, Sepultura, Testament e Slayer começaram a definir um novo rumo às nossas composições. Ao fim deste mesmo ano Camylo Oschinis, mais um guitarrista, entrou para a banda. Pouco depois, Gustavo deixou a banda por motivos pessoais e o Wellington Mendes assumiu o baixo. Até esta época o Camylo cantava todas as músicas, mas não era o que ele queria. No início de 2004  Ivan Oliveira entrou nos vocais. E assim permanecemos até agosto de 2005. Neste período foi gravada uma Demo com essa formação. Posteriormente, a única mudança que teve, ocorreu neste mesmo ano. Breno Nardone assumiu o baixo devido à saída de Wellington, consolidando a formação atual. Formação esta que gravou outra demo ao fim de 2005, sendo lançada só em 2007, e que dividiu palco com alguns grandes nomes do underground como Claustrofobia, Korzus, Andralls e Torture Squad.

 

MF: Qual o significado do nome Caoscentria?

(Rafael) Ainda nenhum. Entretanto, já que a palavra não existe (propositalmente), decidimos elaborar um significado e divulgar no primeiro play que está por vir. Por enquanto, as pessoas têm que se contentar com a interpretação da imaginação (risos).

 

MF: Qual a temática das letras do Caoscentria?

(Gabriel) Aborda-se no geral, a maioria dos problemas sociais, religiosos, econômicos e políticos, tentando enfatizar “causa” e “consequência” não só do Brasil, mas do mundo. Acreditamos que o sistema do “Capital em primeiro lugar” é responsável pela maioria dos problemas encontrados, tais como miséria, opressão, desigualdade etc. Claro que existem exceções nas letras de algumas músicas como é o caso de “Até o 12:00 h” e “Revolta” que expressam algum tipo de sentimento mais específico com algo cotidiano.

 

MF: A banda opta por escrever as letras em português ao invés do inglês como ocorre na maioria dos casos. Qual a razão disso? Seria uma forma de trasnmitir melhor a mensagem para o banger brasileiro?

(Gabriel) Exato! Não somos contra quem canta em inglês. Pensamos que existe pouco desta situação de cantar em português e isto de certa forma passou a ser uma característica da banda já que começou assim. E por outro lado, do ponto de vista cultural, achamos que os costumes brasileiros devem ser também divulgados da maneira que se pratica. Para nós será difícil abrir mão disso, entretanto, existem situações e situações…

 

MF: Ainda sobre as letras em português: Vocês já sofreram algum tipo de preconceito ou discriminação por parte de alguns bangers mais radicais? Se sim qual foi a postura adotada pela banda?

(Rafael) Não. Ainda não. E sinceramente acreditamos que não iríamos alimentar uma discussão deste tipo uma vez que todos sabem (ou que deveriam saber) que diferentes culturas existem para serem conhecidas e respeitadas.

 

MF: O Caoscentria possui dois trabalhos lançados em forma de cd-demo (Caoscentria 2005 & Caoscentria 2007). Como o público pode adquirir esse material? Além disso, existem planos para o lançamento de um álbum full lenght?

(Gabriel) Na realidade, a demo de 2007 foi gravada no fim do ano de 2005 também. Em dezembro. Apenas demorou a “sair” por questões financeiras.

            Percebemos que as execuções nestas gravações não foram satisfatórias. Apesar do ótimo trabalho do Ciero e do Trek do estúdio “Da Tribo” com gravação analógica, só percebemos que não aproveitamos a situação “aos 45 do segundo”. A banda estava se acostumando a tocar o estilo ainda. Era algo muito recente e aprendemos as duras penas que este tipo de trabalho tem que ser feito com calma, maturidade e muito profissionalismo. Então, os registros de algumas músicas estão no myspace da banda (www.myspace.com/caoscentria). A banda não divulga o que não está lá. Entretanto, esta internet de hoje em dia…

            (Rafael) Ultimamente nós demos uma maneirada nos shows em virtude dos estudos para a gravação do primeiro álbum. Assim que houver uma previsão divulgaremos o andamento da situação.

 

MF: Fazer música pesada no Brasil é para poucos corajosos. O que vocês têm a dizer sobre isso? Qual a opinião da banda em relação ao underground brasileiro nos dias atuais?

(Gabriel) Claro que existem vários fatores que influenciam na decisão do estilo a ser tocado ao se montar uma banda. Mas acreditamos que uma das principais é o próprio “modismo”. Tem quem simplesmente segue a moda e apenas toca porque está na moda sem pensar, e tem os que preferem pensar e “nadar contra a corrente” para mostrar, ou tentar mostrar, que o modismo é apenas mais uma consequência do comodismo brasileiro. Tipo, “sei que está tudo ruim, mas sei como ganhar dinheiro”.

(Rafael) Outro problema é que a maioria das bandas underground não se valoriza. Por exemplo, se uma banda cobra certo valor para tocar, normalmente se convida outra banda que não cobra nada. Quero dizer, não se paga por esse trabalho (que de fato não é para qualquer um) para colocar “qualquer coisa” em cima do palco em uma busca desenfreada do capital. Agora virou costume de algumas casas de shows e de alguns produtores obrigar a banda a vender certa quantidade, muitas vezes absurda, de ingressos para garantir o seu lucro. Isso é triste…

(Gabriel) Por outro lado, o cenário underground é algo que está crescendo, e muito, apesar de todas as dificuldades. Isso é bom! Mas tem que se valorizar.

 

MF: A banda é de Embu Guaçu/SP. Como é a cena underground na região? Existem locais para tocar? Existe algum tipo de incentivo?

(Rafael) A cidade é muito pequena. Os costumes são de gente do interior mesmo. No início da banda a cena era mais movimentada. Devido às várias dificuldades de apoio e locais para se tocar, o metal é algo que quase não se houve falar hoje em dia na cidade, algo que dificulta ainda mais a perpetuação da cena underground por aqui.


MF: Qual a situação mais bizarra, engraçada ou fora do comum que aconteceu em um show do Caoscentria?

Uma vez fomos convidados para tocar no aniversário de um amigo da banda em um sítio perto da divisa da cidade. Chegamos lá montamos as coisas e esperamos um pouco. O que não foi falado para a banda é que era algo só de família, tipo 10 ou 15 pessoas, com mais aquela tia que não se via faz tempo, a vó do sujeito por lá e toda aquela coisa bem família mesmo! Por insistência do nosso amigo, resolvemos tocar, mas paramos na 4° ou 5º música, pois de fato ali não era lugar para isso. Literalmente. (risos).

 

MF: O Caoscentria irá participar com a faixa “Revolta” na coletânea Metal Front – Vol I. Vocês acham que essa música representa bem o que é o Caoscentria? Qual outra faixa indicariam para um ouvinte de primeira viagem?

Não necessariamente. Como havíamos dito, a letra faz parte das exceções. Mas fora isso, a música é bem a cara do Caoscentria sim. “De alguma forma” apesar de ter sido a primeira música que fizemos neste estilo, representa bem a banda bem como “Desordem” que conta com a participação do Marcus do Claustrofobia.

 

MF: Quais são os planos para o futuro?

Primeiramente focar totalmente na elaboração do 1º play. Isso é algo que sabemos que estamos em dívida e que sem isso não conseguiremos pensar em muitas outras coisas. Após o lançamento deste, aí sim correremos atrás de divulgação de uma maneira mais geral. Mas sem um trabalho satisfatório no qual nos sentimos confortáveis não se tem muita opção.

 

MF: Por fim deixe uma mensagem para os bangers que já conhecem a banda ou que passaram a conhecer agora!

Gostariamos de agradecer a todas as bandas que já dividiram o palco com a gente. A todos os fãs que vão aos shows e que sempre nos deram força. Aos bangers novos que estão conhecendo o nosso trabalho através dessa coletânea, o nosso muito obrigado “adiantado”. Agradecer também em especial a banda Red Front que está à frente desse trabalho e que está andando lado a lado com o Caoscentria.

Valeu bangers!

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Torrencial Thrash!

Torrencial

Vamos definir o som do Torrencial como uma destruição consciente, um caos criado por guitarras potentes com aqueles riffs pra fazer a roda abrir e a galera se destruir, dando suporte a isso um baterista totalmente insano que faz o chão tremer (e os pratos voarem do palco), conheçam o Torrencial e se preparem para destruição thrash!

A banda está na estrada desde agosto de 2006, esses caras são de Itapevi zona oeste de São Paulo e o próximo passo é a gravação do primeiro EP!

Nome: Torrencial

Integrantes:

ALOISIO-BATERIA

OSMAR-GUITARRA

ELTON-BAIXO E VOCAL

PINGUIM-GUITARRA E VOCAL

Musica:

Suicídio

“Pensamentos a mil, Idéias Insanas,

Crises em família me queimam por dentro.

Visão distorcida, Vida sem sentido,
Procuro um caminho, quero me encontrar…

Suicídio – Não é a saída
Suicídio – Ame a sua vida
A Dor – Me faz sofrer
A Dor – Me faz chorar
A Dor – Me faz dizer
A Dor – Me faz lembrar…

Tentei ignorar, Vozes em sua cabeça
Dizendo o tempo todo, Para se matar…

Chego de agonia, Dor e depressão
Cabeça para o alto, Essa é a solução!

O que essa musica representa para banda?

Essa musica foi feita para uma amiga nossa que infelizmente cometeu suicídio por vários motivos, família desestruturada, o pai não aceitava que ela curtia um som, A mãe bebia pra caralho, e o namorado a trocou por outra, então isso ficou em minha mente, porque ela era aparentemente uma pessoa normal, mas ninguém sabia do seu drama… Foi um grande choque quando ela morreu, por isso eu fiz essa letra pensando nela e em outras pessoas que também pensam em se matar. (e quem nunca pensou?)

Quer saber mais sobre a banda, acesse:

Myspace: www.myspace.com/torrencial

Orkut: http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=19266771

Contato:

torrencial@myspace.com
0xx11-6305-3475 (Luciano Pingüim)

Vídeos:


Toda a Destruição do Attack Force

Attack Force

Pegue um liquidificador daqueles bem barulhentos e misture Thrash Metal sem frescura, muita agressividade, letras em português e alguns OSSOS QUEBRADOS, assim você vai chegar próximo da sonoridade dos caras do Attack Force.

Essa banda tem 7 anos de estrada e vem da cidade de Atibaia, com muita violência e autenticidade o Attack Force apresenta um trabalho muito profissional e criativo. Vale a pena conferir o myspace dos caras e ouvir todas as musicas, destaque para Quanto Vale a Tua Fé? (com participação especial de Marcello Pompeu do Korzus), Desespero (participação de João Gordo) e a minha preferida Ossos Quebrados!

Atualmente a banda está à procura de um selo para lançar seu primeiro CD “Agressão Compulsiva”.

Nome: Attack Force

Integrantes:

Rodrigo Grinder – Vocal
Iohanes Gabriel – Guitarra
Helder Granado – Baixo
Victor Nabuco – Bateria

Musica:

Brutalidade

Psicopata, Terrorista, vai pagar com a sua vida!
Medo, sofrimento, perversão e insanidade…
Sádico de merda, a sociedade não é cega!

Eu mal posso acreditar você tem prazer em matar
hein covarde fale a verdade, pra que essa brutalidade
Brutalidade!

Pura covardia… Pode apostar tá chegando o seu dia
Criatura anormal, o seu fim eu vou ler no jornal!

Eu mal posso acreditar você tem prazer em matar
hein covarde fale a verdade, pra que essa brutalidade
Brutalidade!

O que essa musica representa para banda?

(Rodrigo) essa música eu escrevi no mesmo dia que foi noticiada a brutalidade cometida com a menina Isabela Nardone,mas essa música não é apenas um retrato da covardia cometida pelo casal Nardone, já que infelizmente esse não é um caso isolado, a mídia começou a vender essa notícia e tudo acabou se tornando “pop” mas esse tipo de coisa acontece mais do que se imagina pelo mundo afora, o mundo está doente, e esse som é mais um desabafo do que uma critica… Achar que o mundo vai melhorar é poesia demais!

Quer saber mais sobre a banda, acesse:

http://www.myspace.com/attackthrash MySpace

http://www.orkut.com.br/Main#Profile.aspx?origin=is&uid=7684616099800073076 Perfil no Orkut

http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=2592858Comunidade Oficial

Contato para shows:

rodrigogrinder@gmail.com

rodrigo_grinder@hotmail.com

(Grinder) 8654-1380


No melhor estilo Terror Heavy/Thrash – Evildead

Evildead

Esses caras são de Avaré, Interior de São Paulo, estão juntos desde 2003 mandando uma mistura de Heavy e Thrash Metal, uma banda que chama a atenção pela criatividade das composições próprias (tanto no instrumental quanto na letra) e também na precisão com que executam covers.

Não confunda essa banda com o Evil Dead norte americano, esse nome vem em homenagem a um dos melhores filmes de terror lado B do mundo, a trilogia “Evil Dead” de Sam Raimi.

Hoje a banda está em processo de produção de seu primeiro play homônimo, “Evil Dead”, com previsão de lançamento independente no segundo semestre de 2010. Contará com 4 faixas: “Another Tyrant”, “Heavy One”, “The Seer” e “Evil Dead”, e já com outras composições encaminhadas pros próximos lançamentos.

Nome: Evildead

Integrantes:

Tiago Oliveira – Vocal
Rodrigo Souza – Guitarras & Backings
Jonathan Trindade – Guitarras
Maurílio – Baixo & Gutural
Max Bodo – Bateria
Danilo Oliveira – Teclado

Musica:

Heavy One

It will come the day

That the legs won’t sustain

We’ll remember the old friends

In the end of each crusade

Always in the set day

We meet and drink at night

We are like young in a thousand sights

And together always fight

“We are the ones until the end

Watching the first sun lights

Now we are seeking the source

While they say that we died”

We will take the conquest to our homelands

The weapons it ended but we’ll look for more

We’ll show that anything we can destroy

And no matter how much someone wants us to fall

Oh… Words don’t hurt our pride

And we keep on playing our song… Heavy one!

Music and glory outside

We are on the losers’ blood

Through the field ride the hymn of the fight

Intoned by the ladies to smile

Soldiers of metal arise

And an eagle gets off the sky

With holy sign that now is the time

To begin the return march…

Oh… Words don’t hurt our pride

And we keep on playing our song… Heavy one!

O que essa musica representa para banda?

A princípio, quando o Maurílio (baixo e gutural) criou o instrumental desse som, marcou a música como “Heavy 1”. Tiago (vocal) achou legal a idéia de “Heavy 1” como “Heavy One”, pois o Heavy Metal e todo Metal em geral é um estilo único para seus fãs. Taxam os bangers de todos os rótulos podres existentes, e ainda assim continuamos firmes e fortes na cena.

É uma letra à lá Manowar, mas com um sentido ambíguo. Se você analisar bem, ela fala da batalha dos bangers contra a sociedade “metalfóbica”, mas também representa os ‘alcoolic bangers’ na batalha por goró! hahaha.

Se liga: “Somos os únicos até o fim / Assistindo os primeiros raios de sol / E agora estamos buscando a fonte / Enquanto dizem que estamos morrendo”.

Traduzindo para os que não bebem: “Somos a galera que enche a cara até o fim, vara a noite até o amanhecer, e agora que acabou, estamos buscando mais goró, enquanto alguns acham que estamos bêbados espalhados pelo chão.”

Quer saber mais sobre a banda, acesse:

Site – www.evildead.com.brEm Construção
Myspace – www.myspace.com/evildeadbrEm Construção
Comu no orkut – www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=3346784

*Os links em construção estarão disponíveis 100% à partir do lançamento do play.

Contato para shows:

Email:

banda@evilsite.com.br (A/C Rodrigo)
th.evildead@hotmail.com (Tiago)
jjhhooww@hotmail.com (Jonathan)

Evildead no YouTube:

“The Seer” – ao vivo em Bauru, 26/04/2009
http://www.youtube.com/watch?v=ohhJoB71IvU

“Burn (cover Deep Purple” – ao vivo em Bauru tb, 26/04/2009
http://www.youtube.com/watch?v=_1RM_fJnxe4

Trechos de “Holy Diver – Dio”, “War Pigs – Black Sabbath” e “Evil Dead – Evildead”
http://www.youtube.com/watch?v=gvUC0ANau7c


Conheça a banda RED FRONT

A banda RED FRONT vem da cidade de São Paulo e está na estrada há 3 anos, com um som pesado eles tentam passar uma mensagem de que o mundo não é um lugar perfeito e que o ser humano aprende pouco com seus erros.

Nome: RED FRONT

Integrantes:

Léo – Vocal

Oscar – Guitarra

Bradock – Bateria

Marcelo – Guitarra

Marq – Baixo

Musica:

Institutions Down

How many times I have to say

They never look to your problems

Start to think you own away

Let’s Begin a new revolution!

How many times I have to say

Our society don’t want evolution

We are the vírus of destruction

We need new… Institutions!!!

-DOWN! DOWN!

-Institutions!

-DOWN! DOWN!

What you think about the world?

What you think about the future?

Enough this failed institutions

Say godbye to convicted men

You don’t need this fucking church

You don’t need this fucking goverment

Why fallow this kind of culture?

Down all thease falled INSTITUTIONS!!!

-DOWN! DOWN!

-Institutions!

-DOWN! DOWN!

O que essa musica representa para banda?

Institutions Down é uma critica a sociedade em que vivemos e de como algumas instituições falidas ainda tem grande poder na vida das pessoas. Ela funciona como um protesto da banda a costumes já atrasados da nossa sociedade e como alerta, as vezes nos entregamos a um cultura pronta e customizada, onde as pessoas seguem padrões de gosto e ideologias muito parecidas, algo como o sistema alimentando o sistema!

Quer saber mais sobre a banda, acesse:

www.redfront.com.br

http://www.myspace.com/bandaredfront

http://www.redfront.com.br/forum/

http://www.orkut.com.br/Main#Profile.aspx?origin=is&uid=2811841386508504274

http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=28408403

http://twitter.com/REDFRONTBAND

http://www.fotolog.com.br/redfront

http://www.redfront.com.br/agenda.html



Metal fora de São Paulo

Por Léo Cardoso

Fãs de Thrash Metal em show no Central Rock Bar na cidade de Santo André

Para alguns o gênero musical co­nhecido por Metal é só barulho, gritaria, guitarras distorcidas e muita gente de cara feia, para seus aprecia­dores podemos dizer que o Metal é quase uma religião, os shows talvez sejam os que mais atraem publico e tudo é cercado por uma aura de devoção e mistério. No Brasil a receita não é diferente, bandas como Me­tallica, Slayer e Megadeth lotam estádios e casas de show do país, e São Paulo é nome certo nas turnês internacionais da maioria das bandas desse estilo.

Bruno Sapienza baixista da banda de Thrash Metal Kanvass

Com isso a produção cultural da cena Metal brasileira se concentra em grande numero na cidade, lugares como a Gale­ria do Rock e as mais de 20 casas de show que abrigam esse estilo fazem com que São Paulo vire um ponto de encontro dos He­adbangers, como são conhecidos os fãs de Metal no mundo todo. Mas de algum tem­po pra cá essa realidade vem mudando, as cidades que ficam ao redor de São Paulo estão cada vez mais investindo nessa cena, bandas novas estão aparecendo, casas de show estão abrindo cada vez mais espaço para elas e de forma tímida o publico vem crescendo, “Não é difícil ver alguém com cabelo comprido e usando uma camiseta de metal nas cidades de São Bernardo, Santo André e São Caetano, o que precisamos é de união e que as casas de shows coope­rem com a causa” conta Bruno Sapienza, 20 anos, baixista da banda de Thrash Metal Kanvass de São Bernardo.

Daniel Gongora baterista da banda de Death Metal Megaira

No interior do estado as coisas parecem ficar ainda mais pesadas quando o assunto é Metal, o interesse da maioria das bandas de cidades como São Paulo, São Bernardo e Santo André agora é voltado para esse público, talvez pela distância dos grandes shows e uma freqüência menor de bandas o publico do interior seja considerado mais “carente” e por isso aprecie mais o trabalho das bandas não tão conhecidas, para Daniel Gongora, 20, baterista da banda de Death Metal Megaira, “O grande interesse das bandas hoje é tocar no interior de São Pau­lo, pois é lá onde encontramos um público maior e fiel ao verdadeiro metal”,

já no interior o sonho continua sendo fazer shows na capital, já que o publico é mais diversificado e aberto a novos estilos musicais, “São Paulo é o grande objetivo de todos, por ter maiores adeptos a todos estilos musicais” conta Wesley, guitarrista da banda Vapuh de Rio Claro interior de São Paulo.

Kayser e Billa, donos do Billa Rock Café

Muitas vezes o preconceito com o pu­blico e o som extremo faz com que a mídia e as casas de show torçam o nariz para o estilo, isso obrigava os fãs de regiões mais distantes de São Paulo a ter que ir ate o centro da cidade para assistir a um show, “Há várias casas de show na Grande São Paulo, mais são poucas as que abrem um espaço para bandas independentes de me­tal, por ter um público mais seleto” conta David Oliveira, 22, guitarrista e vocalista banda Slaves, agora com o rivival de estilos mais pesados do Metal, como o Thrash e o Death Metal, nos Estados Unidos a cena começa a dar sintomas de melhora e esse publico que muitas vezes tinha que ir até outra cidade para ver uma banda tocando começa a ganhar espaços de encontro em suas cidades, um exemplo claro é o Billa Rock Café na cidade de Ferraz de Vascon­celos, os donos Adriana Alves Moreira, 26, mais conhecida como Billa e seu marido Cesar Carvalho, 31, o Kayser, sabem bem das dificuldades de se organizar shows fora de São Paulo, “Algumas bandas marcavam shows com a gente mas quando recebiam uma proposta de outra casa mais conhecida do centro de São Paulo cancelavam nosso show para se apresentarem na capital. Infe­lizmente, existem bandas como essas, que acreditam que pagar para tocar em uma casa mais conhecida vale mais que ter um espaço independente totalmente disponível para novas bandas. Por outro lado, há ban­das que sabem reconhecer essas casas, na maioria das vezes bandas com som próprio, justamente porque elas sabem o quanto é difícil ter espaço para mostrar seu trabalho e ser reconhecido por ele…”.

Banda SlaveS

Não há duvidas de que apesar do cres­cimento de popularidade no nosso país o Metal ainda é feito pelas pessoas que amam esse estilo musical, das bandas até os donos de casas de shows passando pelo publico, todos tem uma enorme responsabilidade de manter firme a bandeira do Metal Na­cional, nas palavras de Bruno Sapienza “A cena é muito forte no Brasil e muitos pre­cisam abrir os olhos para o metal nacional, temos excelentes bandas com as mais di­versas propostas de som, as pessoas só pre­cisam se conscientizar que sim! Tem muita coisa boa aqui!”.